Chapeuzinho Vermelho do jeito que o lobo contou - Maurício Veneza

Edição de 1999
Editora Compor

Esse post está sendo feito em homenagem a minha amiga Jujuba. Pois ela ficou triste quando soube que uma história havia sido feita sem a presença do lobo (Chapeuzinho Vermelho e o arco-íris - Uma história sem lobo! Marcia Muraco Schobesberger):

AS CONCEPES PEDAGGICAS NA HISTRIA DA EDUCAO BRASILEIRA

Este pequeno volume recria visualmente a célebre história da menina do Capuchinho Vermelho, imortalizada por Perrault e, mais tarde, pelos irmãos Grimm. Num registo icónico muito acessível ou de fácil decifração pelos mais pequenos e em apenas cinco sequências visuais em página dupla, reconta-se aqui o conto clássico, colocando-se em destaque as suas três personagens fundamentais – o lobo, a menina do Capuchinho e a Avó. Se a acção decorre nos principais espaços físicos contemplados pelo texto-matriz – a floresta e a casa da Avó –, notando-se, assim, uma evidente ligação intertextual, já o desfecho, marcadamente subversivo, acaba por se revestir de um apelativo carácter humorístico. Como sugere o título deste álbum em formato reduzido, quem se destaca é o vilão do texto clássico, ou seja, o lobo, que, no fim de contas, apenas deseja lanchar com a menina e com a sua avó, oferecendo, inclusivamente, um conhecido refrigerante para acompanhar um delicioso bolo.

Por Sara Reis da Silva.


Fonte: http://195.23.38.178/casadaleitura/portalbeta/bo/portal.pl?pag=sol_cluso_detalhe&id=1021


[...] há versões que conseguem inverter elementos básicos dos contos de fadas sem se utilizar de estratégias subversivas ou erotizadas. Esse é o caso do conto de Maurício Veneza, Chapeuzinho Vermelho do jeito que o lobo contou, uma narrativa visual que, sem usar palavras, tudo diz por meio de imagens. O leitor é surpreendido ao acompanhar a história de Chapeuzinho que tem início semelhante à versão dos Irmãos Grimm e mostra a menina caminhando pela floresta rumo à casa da avó, sendo observada pelo lobo. O inusitado acontece na sequência, quando o lobo, num rompante, abre a porta da casa e surpreende Chapeuzinho e avó à mesa do lanche. Elas ficam ainda mais apavoradas quando o lobo enfia a pata em uma bolsa que trazia a tiracolo, sem saber o que o animal poderia tirar de seu interior, sem saber o que lhes aconteceria em seguida. O desfecho da história é curioso e divertido, pois o lobo saca de sua bolsa uma garrafa de guaraná e senta-se à mesa com Chapeuzinho e a vovó para lanchar o belo bolo levado pela menina em sua cestinha.


Leia o texto na íntegra/Fonte: http://www.aletria.com.br/textos_abre.asp?id=247


Confira:

Download da livro Chapeuzinho Vermelho do jeito que o lobo contou - Maurício Veneza em:

http://www.4shared.com/document/f7iXQbPv/Chapeuzinho_Vermelho_do_jeito_.html


Dissertação sobre as histórias de Chapeuzinho Vermelho:


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Álbum de Figurinhas - Turma da Mônica Princesas e Contos de fadas















O álbum traz adaptações das histórias clássicas de Cinderela e A Bela Adormecida, com a Mônica; o Soldadinho de Chumbo, com Cebolinha e Dudu; Chapeuzinho Vermelho, com a Magali; Pequeno Polegar, com o Cascão; A Polegarzinha, com a Rosinha; O Gato de Botas, com Chico Bento e Mingau e Rapunzel, com a Marina.

São 160 figurinhas no total, sendo que 16 delas têm aplicação de glitter e 16 são especiais, metalizadas. O álbum tem 36 páginas, no formato 21 x 27,5 cm, e custa R$ 3,00. Cada envelope com quatro figurinhas custa R$ 0,60.


A Turma da Mônica foi criada por Maurício de Sousa na década de 1960 e fez sua estréia pela Editora Continental, passando pela Editora Abril de 1970 a 1986, pela Editora Globo de 1987 a 2006 e a partir de 2007 sendo publicada pela Panini Comics. Além de fazer sucesso nos quadrinhos, a Turma da Mônica já rendeu filmes, desenhos animados e uma grande variedade de produtos licenciados, conquistando não só o Brasil, como diversos outros países.

Fonte: http://hqmaniacs.uol.com.br/principal.asp?acao=noticias&cod_noticia=17966

Confira:

Download do álbum em PDF:

http://www.4shared.com/document/wkjuFXXs/Turma_da_Mnica_-_Princesas_e_C.html

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Truks - Eva Furnari

Edição de 1998
Editora Ática

Sinopse:
Bruxinha é a estrela deste livro, que conta em imagens uma história cheia de mágicas atrapalhadas.

Confira:
Download da obra "Truks":
http://www.4shared.com/document/7zN1T_E2/Truks_-_Eva_Furnari.html

Informações sobre a Companhia de Teatro Truks:
http://www.truks.com.br/companhia.php
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Chapeuzinho Vermelho e o arco-íris - Uma história sem lobo! Marcia Muraco Schobesberger

Edição de 2006
Editora Formato

Uma releitura do conto infantil "Chapeuzinho Vermelho" em que a progressão do enredo é acompanhada pela progressão de cores, culminando com o arco-íris no capítulo final. Destaque para as ilustrações da própria autora, feitas com colagens de papel e tecido.

Na imprensa: "Fábula solidária — Chapeuzinho Vermelho ganha versão sem a maldade do Lobo Mau.

Acaba de chegar às livrarias Chapeuzinho Vermelho e o arco-íris, uma história sem lobo, da advogada paulista Márcia Muraco Schobesberger. Inspirada na fábula clássica, a autora atendeu a um pedido dos seus três filhos, Stefano, Chiara e Maria Luisa, e tirou da história o Lobo Mau. Pelo senso de justiça e igualdade, a autora transformou a solitária Chapeuzinho num time de muitas crianças solidárias, cada uma delas de uma cor diferente.

No lugar do medo e do lobo, entram a esperança e o companheirismo. 'A história foi nascendo à medida que eu a reinventava, sempre deixando o Lobo Mau de fora', diz Márcia. O seu objetivo, porém, não era simplesmente poupar as crianças do sentimento de medo, mas ir além disso. 'Eu acredito que o outro, o estranho ou o diferente, não tenha de ser apavorante. Pode ser belo, amigo e companheiro', diz ela. A história é conduzida a partir das cores do arco-íris, que dão nomes aos capítulos. Para a autora, que também criou as ilustrações do livro, o respeito à diversidade é algo que as crianças devem aprender desde muito cedo. 'É fácil lidar com o que é igual; o difícil é conviver com as diferenças'." (IstoÉ, 1937-6/12/2006)


Fonte: http://www.editorasaraiva.com.br/obrasDetalhes.aspx?arg=3400


Confira:
Download disponível em:
http://solivrinhos.blogspot.com/2010/02/chapeuzinho-vermelho-e-o-arco-iris-uma.html

Proposta de atividade:
http://www.diaadiaeducacao.pr.gov.br/portals/pde/arquivos/937-2.pdf
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Bee movie – A história de uma abelha - Dream Works

2007









Súmula do filme, escrita por
Gabriela de Amorim & Suzana Beatriz Krehnke em 2009

“Bee Movie – A história de uma abelha” é uma animação da DreamWorks (2007) com roteiro do comediante Jerry Seinfeld e dos diretores Steve Hickner e Simon J. Smith. A animação inicia falando sobre a impossibilidade lógica de, pelas leis da física, uma abelha levantar vôo, mas o fato é que elas não voam “seguindo as leis convencionais da aerodinâmica”. Trata-se de uma produção extremamente engraçada e política por questionar a sociedade, assim muita gente acabou se identificando com a abelhinha revoltada.


Barry Bee Benson é uma abelha que vive em uma sociedade perfeita, a colméia. Nessa colméia podemos ver presentes os papéis determinados do feminino e do masculino, a mãe de Barry fazendo o café da manhã e o pai, lendo o jornal. Recém-formados, Adam e Barry precisam decidir o emprego que desejam seguir. Mas, sobre a pressão de entrar no mercado de trabalho, descobrem que não terão opção de mudar de cargo após a escolha da carreira na Honex. Barry Percebe que todos trabalham, ninguém contesta nada, tudo funciona harmoniosamente e todos são felizes com as vidas que levam. Nesse momento, ele não se sente satisfeito em pensar na possibilidade de executar uma única função durante toda a sua vida, na fabricação de mel.


Adam se encanta pela função do Krelman, que contempla o que sempre imaginamos, uma máquina que pega o restinho de mel que sempre fica no fundo de um pote. Mas Barry, ao contrário de seus amigos, não aceita a rotina destinada a todos os habitantes da colméia onde a ordem é: trabalhar, trabalhar, trabalhar. Ele não quer trabalhar até morrer e reconhece que as opções de escolha são inúmeras, mas nenhuma parece agradar, aumentando assim a sua indecisão. O personagem Barry decide que não quer trabalhar nos empregos que considera chato, vemos também no filme uma pressão para que ele exerça a mesma função que o pai, mas na indústria do mel a única função que lhe atrai é a dos “ases do pólen”, por serem os únicos que podem sair da colméia.


Na função dos “ases do pólen”, podemos observar que quem ocupa este cargo são os zangões maiores, e mais fortes. Barry, a abelha protagonista do filme não possui exatamente o perfil para ser um “ases do pólen”. No filme esse perfil já estava determinado na estrutura da colméia, de modo que os “valorizados” eram justamente os “ases do pólen”, conseqüentemente era por eles que as abelhas fêmeas eram apaixonadas.


Na trama, Barry resolve na primeira oportunidade sair junto às abelhas extratoras, já que este trabalho o fascinou por ser o de maior destaque da colméia. Mas, por visitar o mundo externo e ter uma aventura excitante a cada dia, Barry descobre que a função contemplava ao mesmo tempo um perigo de vida, diário. Mas Barry não se intimida, e aceita um desafio lançado por um dos “ases do pólen”, sai em um passeio escondido, e sente o “prazer da liberdade”. Em seu primeiro dia fora da colméia, depois de um incidente, com uma bola de tênis, Barry se perde do grupo e acaba entrando em um carro, no qual havia uma família e como é comum, a abelha gera “medo” ou mesmo “nojo”.


Após esse incidente começa a chover e Barry para se proteger da chuva vai parar em um apartamento. O apartamento era da simpática florista nova-iorquina Vanessa, que defende o não extermínio dos insetos e segundos antes da morte certa, salva a vida de Barry. É com Vanessa que Barry quebra uma importante regra das abelhas: não conversar com humanos, mas ele o faz em forma de gratidão. Vanessa demora a aceitar que abelhas e humanos consigam se entender na fala. Barry se apaixona pela amável dona de floricultura e volta para a colméia, onde passa a sonhar com o seu amor e posteriormente passa a fazer visitas à moça.

Enquanto o relacionamento entre os dois cresce, Barry descobre alguns prazeres, mas fica horrorizado ao descobrir que seres humanos colhem e vendem o mel em supermercados. Descobrindo assim, que os seres humanos ganham dinheiro com o mel fabricado pelas abelhas e isso o irrita porque seus amigos têm muito trabalho para produzir o mel, dando suas vidas para esta produção.


Durante sua investigação, Barry conhece um solitário pernilongo, enquanto persegue o caminhão que transporta o mel. Na seqüência Barry se depara com abelhas vivendo em função da fabricação de mel em cativeiro, para humanos. Para dele, as abelhas são roubadas há muitos anos e é claro que ele não poderia deixar assim. Decide então, voltar à colméia e convencer as outras abelhas de que está acontecendo uma enorme injustiça. Para desespero de seus pais e seus amigos, Barry decide processar os humanos por explorarem as abelhas e roubarem seu mel.


A Disney não fica de fora, há uma cena na qual até mesmo o Ursinho Pooh é alvo de zombaria. Apesar das artimanhas dos advogados Barry ganha a causa. Mas isso cria um “clima” de intrigas entre humanos e abelhas e o resultado do processo, afeta não apenas a relação Abelha x Homem, mas de modo geral, a vida no planeta. Quando Barry acredita ter encontrado sua verdadeira vocação de devolver o mel produzido por abelhas em cativeiro às colméias, descobre que ao mexer nas relações da cadeia natural, acaba por trazer conseqüências séries, não só para o mundo humano, como também para a sua própria colméia.


Devido o processo, o mel não pode mais ser utilizado pelos humanos. Com o excesso de mel que as abelhas possuem, não precisam mais trabalhar e não precisam mais ir atrás de flores, e não ocorre mais a polinização. As plantas morrem e os animais começam a morrer também e o mundo começa a perecer. A loja de flores de sua amiga é fechada por falta de produtos. A lição Barry aprende é que exageros nunca fazem bem, pois ninguém sai ileso. Quando se aproxima do desfecho, alguns problemas catastróficos são rapidamente resolvidos sem melhores explicações. Quanto a lição de moral, destina-se a aceitação das diferenças, a convivência em harmonia e o respeito à natureza e aos animais. A animação é encerrada ao som da música "Here comes de Sun".

Confira:
Trailler - Dublado:



Resenhas críticas disponíveis online:
http://br.cinema.yahoo.com/filme/14269/beemovieahistoriadeumaabelha

http://www.delfos.jor.br/conteudos/index_interna.php?id=2523&id_secao=1&id_subsecao=2

http://fabricadequadrinhos.uol.com.br/index.php?conteudo=antimateria&id=10625


http://stelladauer.wordpress.com/2008/11/25/bee-movie/


http://www.multiversohq.com/content/view/629/103/

http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Gastronomia/Filme/Bee_Movie_A_Historia_de _uma_Abelha.aspx?id=1604

http://www.resenhando.com/set/s15908.htm

http://baconfrito.com/veja-o-novo-video-de-bee-movie.html


http://verdesmares.globo.com/v3/canais/noticias.asp?codigo=201309&modulo=469

http://cinema.terra.com.br/ficha/0,,TIC-OI6357-MNfilmes,00.html

http://marcos.mazo.nom.br/site/node/179

http://cinefilapornatureza.blogspot.com/2007/12/bee-movie-histria-de-uma-abelha-bee.html

http://marcelosalgado.zip.net/

http://blog.agalaxia.com.br/bee-movie-a-historia-de-uma-abelha-por-kas/
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