O almoço - Mario Vale

Edição de 1987
Editora Formato

Esse livro possibilita uma noção de sequencias dos fatos e reafirma a importância da contextualização dos fatos. Ao isolarmos as imagens, certamente a interpretação irá ser transformada. Com este livro é possível brincar com a criação de hipóteses, escrever, contar ou mesmo desenhar a história.
Quando o livro for usado por alguém que conte a história, este pode pedir que o grupo termine a história, antes de mostrar a última imagem do livro, assim também será possivel alfabetizar o olhar e perceber as diferentes possibilidades de narradores para uma mesma história.

Confira:
Download Dissertação de Mestrado "O livro de imagens e as multiplas leituras que a criança faz do seu texto visual":
http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000232612

A leitura literária na Educação Infantil: a voz da criança pequena no encontro com o texto:
http://www.pucpr.br/eventos/educere/educere2009/anais/pdf/2746_1333.pdf
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A língua de Eulália - Marcos Bagno



Sinopse:
Nossa tradição educacional sempre negou a existência de uma pluralidade de normas lingüísticas dentro do universo da língua portuguesa; a própria escola não reconhece que a norma padrão culta é apenas uma das muitas variedades possíveis no uso do português e rejeita de forma intolerante qualquer manifestação lingüística diferente, tratando muitas vezes os alunos como "deficientes lingüísticos". Marcos Bagno argumenta que falar diferente não é falar errado e o que pode parecer erro no português não-padrão tem uma explicação lógica, científica (lingüística, histórica, sociológica, psicológica). Para explicar essa problemática, o autor reúne então n' A LÍNGUA DE EULÁLIA as universitárias Vera, Sílvia e a esperta Emília, que vão passar as férias na chácara da professora Irene. Sempre muito dedicada, Irene se reúne todos os dias com as três professoras do curso primário, transformando suas férias numa espécie de atualização pedagógica, em que as "alunas" reciclam seus conhecimentos lingüísticos. Mais do que isso, Irene acaba criando um apoio para que as "meninas" passem a encarar de uma nova maneira as variedades não-padrão da língua portuguesa. A novela flui em diálogos deliciosamente informativos. A LÍNGUA DE EULÁLIA trata a sociolingüística como ela deve ser tratada: com seriedade, mas sem sisudez.

Confira:
Site da editora - Com download do sumário e do primeiro capítulo:
http://www.editoracontexto.com.br/produtos.asp?cod=363
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O homem que amava caixas - Stephen Michael King

Edição de 1997
Editora Brinque-Book

Sinopse:

Este livro fala de maneira simples e bonita sobre o relacionamento entre pai e filho. Com ilustrações alegres e muita sensibilidade, 'O Homem que Amava Caixas' conta a história de um homem que era apaixonado por caixas e por seu filho. O único problema é que, como muitos pais, ele não sabia como dizer ao filho que o amava.

História do livro:


O Homem que Amava Caixas
Era uma vez um homem. O homem tinha um filho. O filho amava o homem. E o homem amava caixas.
Caixas grandes, caixas redondas, caixas pequenas, caixa altas, todos os tipos de caixas!
O homem tinha dificuldade em dizer ao filho que o amava; então, com suas caixas, ele começou a construir coisas para seu filho. Ele era perito em fazer castelos e seus aviões sempre voavam... a não ser, claro, que chovesse.
As caixas apareciam de repente, quando os amigos chegavam, e, nessas caixas, eles brincavam... e brincavam.
A maioria das pessoas achava que o homem era muito estranho. Os velhos apontavam para ele. As velhas olhavam zangadas para ele. Seus vizinhos riam dele pelas costas.
Mas, nada disso preocupava o homem. Por que ele sabia que haviam encontrado uma maneira especial de compartilharem o amor de um pelo outro.

Confira:
Site da editora:

http://www.brinquebook.com.br/livro.php?id=75

Versão do livro em língua de sinais:
http://www.brinquebook.com.br/livro.php?id=337

História do livro em vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=0WUcKhYh-ao



Outro vídeo da história do livro:
http://www.youtube.com/watch?v=NBzfRJ03TS4&feature=related



Bela história real sobre "O homem que amava caixas":
http://devoltapracasa.wordpress.com/2009/03/02/o-homem-que-amava-caixas/

Imagens do livro:
http://picasaweb.google.es/crisrei2006/OHomemQueAmavaCaixas#

Proposta de atividade:
http://www.moderna.com.br/moderna/didaticos/ei/buritimirim/fazendo/atividades/ati6_BM3_uni6.pdf
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Irmãos Grimm - Em quadrinhos

Edição de 2007
Editora Desiderata

Sinopse:
Irmãos Grimm em Quadrinhos, recomendada para adultos, apresenta as adaptações em Quadrinhos dos contos Velho Sultão (Allan Alex), A Gata Borralheira (Fido Nesti), João Porco Espinho (Claudio Mor), Os Músicos de Bremen (Vinicius Mitchell), O Pequeno Polegar (Daniel Og), João e Maria (Carlos Ferreira e Walter Pax), João Sortudo (Rafael Sica), Branca de Neve (Rafael Coutinho), O Rei Barbicha (Eduardo Filipe, o Sama), Chapeuzinho Vermelho (Arthuro Uranga), Margarete Esperta (Roberta Lewis), As três Línguas e Odyr Rapunzel (Fabio Lyra) e A Bela Adormecida (Allan Rabelo, S. Lobo e Sr. Blond).
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Os irmãos Grimm - Filme 2005



2005

Este filme de Terry Gilliam (...) relata-nos as aventuras dos irmãos Wilhelm e Jacob Grimm, os autores de vários contos infantis que há muito povoam o nosso imaginário e até hoje fazem as delícias de miúdos e alguns graúdos: Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, Capuchinho Vermelho, Hansel e Gretel (ou A Casinha de Chocolate), A Bela Adormecida, entre outros. Os contos infantis são uma importante tradição cultural que perdura através dos tempos e procuram tanto divertir-nos como transmitir-nos alguma moralidade. Daí a importância dos irmãos Grimm e da influência que ainda hoje os seus contos têm sobre nós.
No princípio do século XIX, numa Alemanha rural ocupada pelas tropas napoleónicas, Will e Jake Grimm são dois charlatães que viajam por várias terras fingindo livrar as pessoas de feitiços, almas penadas e criaturas malignas a troco de dinheiro. Com o auxílio dos seus dois ajudantes num enredo de truques de ilusionismo, depressa ganham fama e muitas pessoas acorrem a eles. Esses contactos inspiram os seus contos, permitindo-lhes também recolher algumas histórias locais. Um dia as autoridades francesas descobrem as suas farsas e são presos. Porém o general (Jonathan Pryce) decide dar-lhes uma oportunidade de escaparem à pena de morte, à qual estariam sujeitos, e envia-os para uma aldeia onde algumas crianças desapareciam misteriosamente. Sob a vigilância do cômico e desajeitado Cavaldi, encarregado de os acompanhar para se certificar do cumprimento da missão, Will e Jake cedo se apercebem de que afinal existe realmente algo de sobrenatural na floresta perto da aldeia, onde as crianças desapareciam. É nessa floresta que, com a ajuda de Angelika, irmã de duas das crianças desaparecidas, descobrirão entre árvores com vida e sussurros fantasmagóricos, uma terrível maldição lançada por uma rainha há cinco séculos atrás.
A dupla de protagonistas: Damon e Ledger parece funcionar bem, se o primeiro já tem uma carreira consolidada, o segundo está a poucos passos de fazer o mesmo. Vemos que as personagens foram trabalhadas, conseguindo transmitir o antagonismo de caracteres sempre tão presente na sua relação de irmãos: Will é o mais racional e censura Jake por ser tão sonhador. Os cenários, nomeadamente o da floresta, são ricamente compostos: luzes, sombras e alguns efeitos especiais que estimulam a nossa imaginação, mas em contrapartida roubam por vezes a nossa atenção em relação aos actores e respectivas personagens. Nota-se uma grande preocupação estética com os cenários, quando a história podia ter sido melhor trabalhada de modo a ser ainda mais cativante. O filme lembra um pouco o universo mágico de Tim Burton, embora este possa ser superior em termos de qualidade. De qualquer modo não deixa de ser um filme a ver por quem gosta do gênero fantástico (…).

Isabel Fernandes
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