Irmãos Grimm - Em quadrinhos
Sinopse:

Este filme de Terry Gilliam (...) relata-nos as aventuras dos irmãos Wilhelm e Jacob Grimm, os autores de vários contos infantis que há muito povoam o nosso imaginário e até hoje fazem as delícias de miúdos e alguns graúdos: Cinderela, Branca de Neve e os Sete Anões, Capuchinho Vermelho, Hansel e Gretel (ou A Casinha de Chocolate), A Bela Adormecida, entre outros. Os contos infantis são uma importante tradição cultural que perdura através dos tempos e procuram tanto divertir-nos como transmitir-nos alguma moralidade. Daí a importância dos irmãos Grimm e da influência que ainda hoje os seus contos têm sobre nós.No princípio do século XIX, numa Alemanha rural ocupada pelas tropas napoleónicas, Will e Jake Grimm são dois charlatães que viajam por várias terras fingindo livrar as pessoas de feitiços, almas penadas e criaturas malignas a troco de dinheiro. Com o auxílio dos seus dois ajudantes num enredo de truques de ilusionismo, depressa ganham fama e muitas pessoas acorrem a eles. Esses contactos inspiram os seus contos, permitindo-lhes também recolher algumas histórias locais. Um dia as autoridades francesas descobrem as suas farsas e são presos. Porém o general (Jonathan Pryce) decide dar-lhes uma oportunidade de escaparem à pena de morte, à qual estariam sujeitos, e envia-os para uma aldeia onde algumas crianças desapareciam misteriosamente. Sob a vigilância do cômico e desajeitado Cavaldi, encarregado de os acompanhar para se certificar do cumprimento da missão, Will e Jake cedo se apercebem de que afinal existe realmente algo de sobrenatural na floresta perto da aldeia, onde as crianças desapareciam. É nessa floresta que, com a ajuda de Angelika, irmã de duas das crianças desaparecidas, descobrirão entre árvores com vida e sussurros fantasmagóricos, uma terrível maldição lançada por uma rainha há cinco séculos atrás.A dupla de protagonistas: Damon e Ledger parece funcionar bem, se o primeiro já tem uma carreira consolidada, o segundo está a poucos passos de fazer o mesmo. Vemos que as personagens foram trabalhadas, conseguindo transmitir o antagonismo de caracteres sempre tão presente na sua relação de irmãos: Will é o mais racional e censura Jake por ser tão sonhador. Os cenários, nomeadamente o da floresta, são ricamente compostos: luzes, sombras e alguns efeitos especiais que estimulam a nossa imaginação, mas em contrapartida roubam por vezes a nossa atenção em relação aos actores e respectivas personagens. Nota-se uma grande preocupação estética com os cenários, quando a história podia ter sido melhor trabalhada de modo a ser ainda mais cativante. O filme lembra um pouco o universo mágico de Tim Burton, embora este possa ser superior em termos de qualidade. De qualquer modo não deixa de ser um filme a ver por quem gosta do gênero fantástico (…).
Isabel Fernandes
As luzes se apagam.
Os olhos se fecham.
O filme começa.
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Era hora de dar um salto na vida.
Escolheu a janela do 10º andar.
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Fogo no céu
Mary e Eliardo França
O bode falou para o rato:
_O céu pegou fogo!
O rato falou para a pata:
_O céu pegou fogo!
A pata falou para o galo:
_O céu pegou fogo!
Fugiu o rato, fugiu o galo, fugiu a pata, fugiu o bode.
O bode viu a coruja e falou:
_Corre coruja! O céu pegou fogo.
O fogo vai cair na mata!
A coruja viu o céu e falou:
_O fogo é um balão de São João.
O bode falou:
_Um balão de São João! Vamos apagar o fogo do balão.
O fogo não pode pegar na mata!
O balão caiu. O bode apagou o fogo e pendurou o balão.
E todas deram vivas a São João!
http://objetoseducacionais2.mec.gov.br/handle/mec/11563
